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sábado, 15 de julho de 2023

(Bernardo O'Higgins)
 

GRANDES VULTOS QUE MARCARAM A HISTÓRIA NAS SUAS MAIS DIVERSAS ATIVIDADES

BERNARDO O’HIGGINS

PARTE: 01

(1778 --1842)

 

O Chile era uma das quatro capitanias espanholas da América. Por volta de 1810, sua classe preponderante era uma aristocracia latifundiária, dona de quase toda riqueza natural e do comércio. A maioria da população pertencia à classe de servos rurais e meeiros, e o regime de morgados permitia a supremacia econômica de algumas famílias de origem espanhola.

Dezoito morgados com com 10 ou 12 títulos de Castela, compunham a Capitania.. A província de Santiago contava com cento e setenta e três propriedades rurais e a de Melipilla, com apenas vinte e quatro.

O movimento revolucionário que surge, com raízes na invasão da Espanha pelos franceses, vai ser dirigido por essa aristocracia latifundiária e apoiado pela grande massa rural, que se transformará no exercito da revolução.

contribuindo para a sua divulgação. Juan Martinez de Rojas, advogado notório, escreve um Catecismo Político que se tornou a bíblia do novo movimento. O Catecismo nega autoridade à Suprema Junta de Espanha para governar a América: “Os habitantes e províncias da América não juraram fidelidade, nem são vassalos ou dependentes dos habitantes das províncias da Espanha; os habitantes e províncias da Espanha não têm, portanto, autoridade, jurisdição ou poder sobre as províncias da América; não podem transferir para a Suprema Junta uma autoridade que não têm: a Suprema Junta não pode, pois, mandar legalmente na América”. Bernardo Vera y Pintado, catedrático da Universidade declara que “nossa maior felicidade devia consistir na independência a que todos devemos aspirar”.

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FONTE: Forjadores do Mundo Moderno



quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Grandes vultos: Santos Dumont - Parte 09.


Campo de Bagatelle

GRANDES VULTOS BRASILEIROS QUE MARCARAM A HISTÓRIA NAS SUAS MAIS DIVERSAS ATIVIDADES

SANTOS DUMONT – Parte 09.

Santos Dumont – escreve o jornalista – é um homem de imenso entusiasmo. Pressentimo-lo ao conversar com ele; e certificarmo-nos dessa verdade quando nos lembramos que diariamente ele arrisca a vida e sacrifica a juventude e a fortuna em holocausto à sua deusa alada”.

Adiante, a revista imprime, numa bela página dupla, a melhor fotografia que conheço do voo de Santos Dumont, de 220 metros, em 12 de novembro, no campo de Bagatelle. A cercadura dessa página, artisticamente elaborada, recorda as principais tentativas humanas para a conquista do ar, desde a do Padre Lana, no século dezessete! Encima-a o seguinte título, mais do que documentário: “Man flies at last. M. Santos Dumont’s triumphant flight of 231 yeards in his aeroplane” – “O homem voa, finalmente! A perfomance triunfal de 231 jardas, realizada pelo Sr. Santos Dumont no seu aeroplano”.

Sob a fotografia lemos: ”constituiu um trunfo essa experiência, visto que se efetuou realmente um voo; parece, agora, que a conquista do ar é apenas uma questão de tempo”. “The experiment was a triumph, for actual flightwas achieved; and it seems as thought it were only a matter of time for the conquest of the air to be accomplished…”

Transcrevo esta revista por ser a mais popular e importante de Londres, mas não houve jornal inglês de feição moderna que silenciasse o feito de Santos Dumont. Poderia transcrever dúzias de notícias.

Em 1908, quando Wilbur Wright voa em França, escreve ainda a Illustratred London News, nº 26 de setembro, pag. 428:

The brother Wright of aeroplane fame, Whome experiments in América were for só long wrapped in unfashonable mystery, seem now to have entered into a strenuous, though friendly, rivalry with one another as the two shall break greater number of records in public”.

Traduzo: “os irmãos Wright, de fama aviatória, cujas experiências na América se envolveram durante tanto tempo num impenetrável mistério, parecem ter agora iniciado uma extenua e amigável competição entre si, para verem qual dos dois quebrará publicamente maior número de recordes”. E o Graphic (Londres) sublinha muito discreto: “todo mundo sente que o êxito de Wilbur Writght é devido mais à sua perícia do que às qualidades do aparelho”. – “It os generally fel that his sucess is due more to his personal skill than to any qualities inherent in the machine”.

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GONDIN DA FONSECA


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Grandes vultos: Marechal Romdon - Parte 03.

 

Roosevelt

GRANDES VULTOS BRASILEIROS QUE MARCARAM A HISTÓRIA NAS SUAS MAIS DIVERSAS ATIVIDADES

CÂNDIDO M. DA S . RONDON Parte – 03.

Descobrimos a Serra do Norte na sua origem, onde nascem os rios Nhambiquara, 12 de Outubro, Ike, contribuinte do Camarará onde vivem os nhambiquaras-anunês. Levantamos o divisor do Machadinho com o Anari, deste com o Jaru, deste último com o Jacaré, Boa Vista e Urupá; bem assim as cabeceiras dos rios Branco e Preto do Jamari; do Preto do Gi-Paraná; do Juruàzinho, do Jamari, Jaru, Urupá, Cautário, Catarino, São Miguel, Ricardo Franco, traçando neste trecho o divisor do Gi-Paraná com o Guaporé.”

Acompanhou Roosevelt na sua famosa exploração. Não havia ali a bilaquiana primavera eterna pois um dia o ex-presidente norte-americano poderia recordar: “É incrível a quantidade de insetos que mordem, picam, devoram, depositam bernes, causam sofrimentos atrozes; vai além do que se possa imaginar. O patético mito da benfazeja natureza não pode ser aplicado à crueldade da vida dos trópicos.” Rondon sintetiza o resultado da expedição: “Recolhemos material científico para as nossas grandes Pátrias, entramos em contato com os nossos indígenas, descobrimos e fizemos o levantamento de rios até então inexplorados, como o célebre Rio da Dúvida, que entrou para o nosso sistema hidrográfico como parte integrante do extenso e acidentado curso de água que, em homenagem ao ilustre estadista norte-americano, passou à denominação de Rio Roosevelt.”

Sobre a sua figura assim se exprimira Roosevelt: “O Cel. Rondon tem, como homem, todas as virtudes de um sacerdote, é puritano de uma perfeição inimaginável na época moderna; e, como profissional, é tamanho cientista, tão grande é o seu conjunto de conhecimentos, que se pode considerar um sábio. Quanto mais eu o conhecia e o estudava, em meio da contemplação da grandeza do Brasil, mais me firmava na ideia de que essa grandeza não era maior do que a do filho ilustre desse recanto prodigioso da Natureza.”

Disse ainda Roosevelt: A América pode apresentar ao mundo duas realizações ciclópicas: ao Norte o Canal do Panamá, ao Sul o trabalho de Rondon – científico, prático, humanitário.” Rondon não é apenas oficial e gentleman como os que mais o são nos mais bem organizados exércitos do mundo. É também excepcional, audaz e competente explorador, ótimo naturalista, cientista, estudioso, filósofo. Com ele a conversa vai da caçada de onças e dos perigos da exploração do sertão à antropologia indígena; dos perigos da civilização industrial puramente materialista, à moralidade positivista. O Positivismo do Cel. Rondon é realmente a Religião da Humanidade, doutrina que o impele a ser justo, bondoso e útil, a viver corajosamente sua vida e, com igual bravura, afrontar a morte.”

Continua


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Criação da Árvore de Natal.


CRIAÇÃO DA ÁRVORE-DE-NATAL

1530 – (dezembro) Cria-se a “árvore-de-natal”. E foi assim: Martinho Lutero caminha, meditativo, na noite de Natal. É límpida e clara. Entra por uma floresta de pinheiros. Aí divisa milhares de estrelas brilhando através dos galhos cobertos de neve. Tal espetáculo o deixa deslumbrado e embevecido. Corta um galho de pinheiro. Leva-o para casa. Enfeita-o com velas acesas para que seus filhos compartilhem do espetáculo que se desenrola do lado de fora. A árvore-de-natal torna-se daí, um símbolo de esperança, paz, alegria. Os imigrantes alemães trazem-na para a América, na época colonial.

Fonte: Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 116.

MEUS QUERIDOS AMIGOS(AS)1

O Natal está chegando, mais um final de ano que aos poucos vai se aproximando, e cada vez mais forte está a minha esperança do dever cumprido neste 2018. Procurei fazer o possível para agradar com as ínfimas baboseiras que postei.

Hoje estou iniciando uma pausa para descansar um pouco a cuca e a carcaça, analisar os erros e os acertos e dar uma arrumadinha no nosso humilde espaço, prometendo, se “DEUS” quiser, retornar em fevereiro para dar continuidade às atividades.

Aproveito a oportunidade para apresentar as minhas desculpas àqueles que, de alguma forma, não agradei com as minhas postagens, e agradecer a todos indistintamente, amigos(as) e seguidores(as) e visitantes, pelo carinho, compreensão e, principalmente, pelo grande apoio que é de vital importância neste mundo virtual, esperando no próximo 2019, poder continuar sendo merecedor dessas ímpares e valiosas companhias. Muito obrigado de coração.

A todos, um “Maravilhoso NATAL” e um “Fantástico ANO NOVO”, não com fortuna, mas, com muitas felicidades.

QUE 'DEUS' SEJA LOUVADO!”

Literatura & Companhia Ilimitada 
Rosemildo Sales Furtado. 


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